Tenho visto nitidamente que a cada dia as profecias e promessas feitas na bíblia estão se cumprindo, virgula por virgula, parágrafo por parágrafo e ponto por ponto.
Nós Cristãos conhecedores da palavra de Deus não estamos mais a ponto de ficarmos preocupados conosco mesmos e nem ficar dormindo, vendo tudo acontecer como se não soubéssemos de nada. Não estamos em tempo de lamentarmos por nós mesmos e por nossos problemas sabendo que há gente em piores situações do que a nossa e que precisam saber da verdade.
"E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará ." (João 8:32).
Temos que apascentar as ovelhas que Cristo nos destes.
“As fracas não fortalecestes, e a doente não curastes, e a quebrada não ligastes, e a desgarrada não tornastes a trazer, e a perdida não buscastes; mas dominais sobre elas com rigor e dureza.” (Ezequiel 34:4).
Não podemos mais deixar que pessoas fiquem desgarradas, sem pastores, perdidas deixando-as se desviarem e se perdem para um caminho quase que sem volta. E nosso Deus nos cobrará por isso.
Se fomos chamados por Deus para sermos seus arautos aqui na terra e não o fazemos, acarretará em grande perda para nós mesmos e para Deus que nos deu sua própria vida por amor as suas ovelhas.
Não podemos continuar dormindo. Um sono da morte.
Sono da morte seria ver as coisas acontecerem como preditas na Bíblia, ver as profecias se cumprirem, ver as pessoas sofrerem e não ir “apascentá-la”, e deixá-las se perderem por “lobos” que passam por pastores.
Não devemos agir como o profeta Jonas que vendo as coisas acontecerem, a turbulência tragar a própria vida, dormia o sono da morte. Iria morrer sem ver e sem salvação.
“Então temeram os marinheiros, e clamavam cada um ao seu deus, e lançaram ao mar as cargas, que estavam no navio, para o aliviarem do seu peso; Jonas, porém, desceu ao porão do navio, e, tendo-se deitado, dormia um profundo sono.” (Jonas 1:5).
Jonas correu o risco de perder a sua própria salvação e também colocou a salvação dos outros em risco. E nós estamos com nossa salvação em risco? Estamos colocando a salvação dos outros em risco? Estamos dormindo o sono da morte?
Estamos assistindo as pessoas sendo enganadas por falsos profetas, pregando a prosperidade em diversas denominações e nas portas e televisões das pessoas, enraizando-as cada vez mais neste mundo pela retórica da prosperidade, tudo em nome de Deus. Fazendo com que a volta de Cristo seja retardada.
“Ai dos que ao mal chamam bem e ao bem, mal; que fazem da escuridade luz e da luz, escuridade; põem o amargo por doce e o doce, por amargo!” (Isaias 5:20).
De Deus não se zomba, nem se emprega seu santo nome em vão pois ele não terá por inocente aqueles que fizerem um só se perderem por causa da mentira e engano pelo seu nome.
Estes falsos pastores estão usando o nome de Deus em suas denominações em vão; estão pregando nas portas das pessoas e em sua televisões em nome de Deus mensagens vazias, ilusão para que as pessoas não saibam da verdade.
“Porque povo rebelde é este, filhos mentirosos, filhos que não querem ouvir a lei do SENHOR.
Eles dizem aos videntes: Não tenhais visões; e aos profetas: Não profetizeis para nós o que é reto; dizei-nos coisas aprazíveis, profetizai-nos ilusões;
desviai-vos do caminho, apartai-vos da vereda; não nos faleis mais do Santo de Israel.” (Isaias 30:9-11).
Estão pregando em nome de Deus a prosperidade aqui na terra algo que Deus não mandou, pois ele mesmo disse que nosso lugar não é aqui. E esta pregação faz com que as pessoas não se preocupem com as coisas de Deus, com a própria salvação, e com a salvação do próximo, ou seja, o amor e preocupação que deveríamos ter para com o nosso semelhante deixando de ser o escopo para que nos preocupemos com o nosso bem estar aqui na terra e com os bens materiais.
Estes mensageiros são mensageiros sem mensagem, e Deus deixa bem claro que não foi ele quem os mandou.
“Não mandei esses profetas; todavia, eles foram correndo; não lhes falei a eles; contudo, profetizaram.” (Jeremias 23:21).
O próprio Deus o chama de Falsos profetas, dizendo que não os enviou, e mesmo assim eles estão em todas as partes falando em seu nome sem autoridade nenhuma.
Mas dentro em breve a máscara cairá, o Senhor Deus se manifestará em poder e glória e os cobrará por ter usado seu santo nome impropriamente sem autorização alguma. E a cobrança será pesada.
“Ai dos pastores que destroem e dispersam as ovelhas do meu pasto! -diz o SENHOR.
Portanto, assim diz o SENHOR, o Deus de Israel, contra os pastores que apascentam o meu povo: Vós dispersastes as minhas ovelhas, e as afugentastes, e delas não cuidastes; mas eu cuidarei em vos castigar a maldade das vossas ações, diz o SENHOR.” (Jeremias:1-2).
Está chegando o tempo de nosso próprio Deus tomar conta de seu rebanho. Ele mesmo quer dar o devido amor a cada uma delas, cuidar de cada uma com extremo carinho com se cada uma fosse a única.
Não há amor maior do que este.
“Eu mesmo recolherei o restante das minhas ovelhas, de todas as terras para onde as tiver afugentado, e as farei voltar aos seus apriscos; serão fecundas e se multiplicarão.” (Jeremias 1:3).
Mas até então ocorrer este fato, devemos nós mesmos erguer a bandeira da verdade de Jesus Cristo, e apascentar as suas ovelhas como verdadeiros pastores e tratá-las com todo amor que ele nos ordenou.
“Levantarei sobre elas pastores que as apascentem, e elas jamais temerão, nem se espantarão; nem uma delas faltará, diz o SENHOR”. (Jeremias 1:4).
Vamos trabalhar a favor daquele que deu a maior prova de amor pela humanidade; Cristo Jesus, que deu sua própria vida para cada um de nós pecadores.
Homem de ferro 1,2,3,4...
09:17, Posted by Cleber Augusto, No Comment
Em um dia de eventualidade no qual tive que ir buscar a minha avó-mãe na rodoviária ás 5:40 da manhã, me deparei dentro do vagão do metro com seus anúncios. E num desses anúncios me atraiu a atenção.
Era o anúncio da pré- estréia do filme “Homem de Ferro 2”. Fiquei constrangido por alguns minutos observando o cartaz que por sua vez era muito chamativo e convidativo. Fiquei observando a roupa, ou o uniforme característico de seu personagem. Suas peculiariedades e sua performance. Cheia de armas, segredos,truques, uma verdadeira trincheira móvel. Uma alta fortaleza quase intransponível, um verdadeiro Titan. Tudo perfeito, se não fosse ficção. Daí comecei em minha mente a viajar pela aquela vislumbrante imagem do cartaz no interior do vagão do metro. E comecei a uma indagação interna, um questionamento comigo mesmo sobre o tal “Homem de Ferro” a ser exibido logo nos cinemas; seria ele mesmo um verdadeiro “Homem de Ferro” que a humanidade precisa? Seria isso mesmo que as pessoas queriam para si; queriam ser, ou seja, viver adereçadas, fantasiadas, presas por uma fantasia eximindo sua liberdade, seu prazer de ser autêntico? Creio em minha humilde concepção que não.
Penso que os verdadeiros “Homens de Ferro” somos nós, que ás 7:00hrs, ás 6:00hrs, ás 5:00hrs, ás 4:00 hrs da manhã já estamos de pé para darmos início aos nossos afazeres diários, nossas lutas ininterruptas. “Homens de Ferro” são todos aqueles que enfrentam todos os dias ônibus lotados, trânsito caótico, estresse á beira de um colapso, a entediante rotina da vida, e que mesmo com todas as dificuldades intermináveis e imagináveis não desistem de lutar. “Homens de Ferro”, digo “Homens de ferro”, me refiro a humanidade toda, homens, mulheres, crianças, estudantes, enfim todo ser vivente pensante.
Nossas vidas são verdadeiras vidas de “Homens de Ferro”, vidas de lutas para a auto sobrevivência, para a garantia de uma existência digna, o desejo de realizar sonhos. Isso sim são “Homens de Ferro”, que por sua vez estréia a cada dia após o outro, com o mesmo ritmo; e detalhe, nunca sai de cartaz.
Podemos dizer por considerações finais que somos todos “Homens de Ferro,1, 2,3,4...”
Era o anúncio da pré- estréia do filme “Homem de Ferro 2”. Fiquei constrangido por alguns minutos observando o cartaz que por sua vez era muito chamativo e convidativo. Fiquei observando a roupa, ou o uniforme característico de seu personagem. Suas peculiariedades e sua performance. Cheia de armas, segredos,truques, uma verdadeira trincheira móvel. Uma alta fortaleza quase intransponível, um verdadeiro Titan. Tudo perfeito, se não fosse ficção. Daí comecei em minha mente a viajar pela aquela vislumbrante imagem do cartaz no interior do vagão do metro. E comecei a uma indagação interna, um questionamento comigo mesmo sobre o tal “Homem de Ferro” a ser exibido logo nos cinemas; seria ele mesmo um verdadeiro “Homem de Ferro” que a humanidade precisa? Seria isso mesmo que as pessoas queriam para si; queriam ser, ou seja, viver adereçadas, fantasiadas, presas por uma fantasia eximindo sua liberdade, seu prazer de ser autêntico? Creio em minha humilde concepção que não.
Penso que os verdadeiros “Homens de Ferro” somos nós, que ás 7:00hrs, ás 6:00hrs, ás 5:00hrs, ás 4:00 hrs da manhã já estamos de pé para darmos início aos nossos afazeres diários, nossas lutas ininterruptas. “Homens de Ferro” são todos aqueles que enfrentam todos os dias ônibus lotados, trânsito caótico, estresse á beira de um colapso, a entediante rotina da vida, e que mesmo com todas as dificuldades intermináveis e imagináveis não desistem de lutar. “Homens de Ferro”, digo “Homens de ferro”, me refiro a humanidade toda, homens, mulheres, crianças, estudantes, enfim todo ser vivente pensante.
Nossas vidas são verdadeiras vidas de “Homens de Ferro”, vidas de lutas para a auto sobrevivência, para a garantia de uma existência digna, o desejo de realizar sonhos. Isso sim são “Homens de Ferro”, que por sua vez estréia a cada dia após o outro, com o mesmo ritmo; e detalhe, nunca sai de cartaz.
Podemos dizer por considerações finais que somos todos “Homens de Ferro,1, 2,3,4...”
A única coisa que não pode desaparecer é a alegria de viver
07:23, Posted by Cleber Augusto, No Comment
A vida nos ensina que tudo que se apresentam em nossa realidade tem um curso e regência natural das coisas.
Como diria o filósofo da Phisys Heráclito: “tudo flui”.
O mundo é movido pelo antagonismo, pelas mudanças e transformações tanto pelo fenômeno da natureza a partir do tempo, como pelo processo histórico e cultural engendrado pelo homem, ou seja, o poder da técnica promovido pela capacidade intelectual.
Nesse mundo necessariamente se obtêm os dois lados da realidade... ora pela satisfação, ora pela insatisfação, ora pelo riso, ora pelo choro, ora pelo dia, ora pela noite, ora pelo sol, ora pela chuva, ora pela saúde, ora pela patologia...e assim é o curso natural das coisas, da natureza, da vida.
Diante dessa imensurável realidade temos que aprender a aceitar o curso natural das coisas, pois desde de antemão, desde que nos apresentamos nesse orbe as coisas assim o é. O necessário não tem como evitar.
A aceitação as vezes por conta da nossa displicência se torna um fardo, uma tristeza, uma dor, que se deixar vai minando o nosso ser até se tornar na maior profunda depressão. Acabando com a vontade, vontade essa subjetiva de cada ser de viver.
Nascemos, vivemos e morremos, não só nós seres humanos animados, mas as outras espécie também animadas deixam de existir no curso de seu tempo.
E também as outras coisas inanimadas também desaparecem com o tempo.
Mas enquanto seres vivos, nós humanos, possuidores de atributos intelectual diferenciados dos demais seres não devemos deixar desaparecer a alegria de viver.
Alegria está que vem com seu subjetivismo de cada indivíduo, com as mais diversas características pontuadas que se possa imaginar. Homens, mulheres, crianças, idosos, toda espécie humana com seu próprio modo de ser.
Nós temos que ter alegria em tudo o que fazemos, pois o necessário não deixa de ser, está aqui para nos completar e fazer com que aceitemos a realidade do cosmo.
Essa aceitação é a plena satisfação que nos conduzirá para a alegria da vida, do viver.
Não importa que situação se esteja passando ou almejando, o mundo fora feito para que possamos viver com alegria, aceitar a condição nos dada desde antemão.
O antagonismo fora sempre necessário para contribuir para nossa alegria.
A alegria se encontra no viver diário, nos afazeres diários; nas lutas que enfrentamos, nas dificuldades que cuidamos, nas vitórias obtidas, no sucesso que alcançamos, no choro que nos vêem, no riso que estampamos, na dor que sentimos, no alívio que é agraciado.
Alegria é isso, viver. Fazer o melhor de si, dar o melhor de si, aceitar o que se apresenta a si. Alegria é viver...
Viver aceitando o antagonismo do mundo, simplesmente viver.
Alegria está em tudo em que se vive; no ensinar, no aprender, no brincar, no trabalhar, no plantar, no colher, no escrever, no ler... enfim; a alegria está no simples fato de viver.
Como diria o filósofo da Phisys Heráclito: “tudo flui”.
O mundo é movido pelo antagonismo, pelas mudanças e transformações tanto pelo fenômeno da natureza a partir do tempo, como pelo processo histórico e cultural engendrado pelo homem, ou seja, o poder da técnica promovido pela capacidade intelectual.
Nesse mundo necessariamente se obtêm os dois lados da realidade... ora pela satisfação, ora pela insatisfação, ora pelo riso, ora pelo choro, ora pelo dia, ora pela noite, ora pelo sol, ora pela chuva, ora pela saúde, ora pela patologia...e assim é o curso natural das coisas, da natureza, da vida.
Diante dessa imensurável realidade temos que aprender a aceitar o curso natural das coisas, pois desde de antemão, desde que nos apresentamos nesse orbe as coisas assim o é. O necessário não tem como evitar.
A aceitação as vezes por conta da nossa displicência se torna um fardo, uma tristeza, uma dor, que se deixar vai minando o nosso ser até se tornar na maior profunda depressão. Acabando com a vontade, vontade essa subjetiva de cada ser de viver.
Nascemos, vivemos e morremos, não só nós seres humanos animados, mas as outras espécie também animadas deixam de existir no curso de seu tempo.
E também as outras coisas inanimadas também desaparecem com o tempo.
Mas enquanto seres vivos, nós humanos, possuidores de atributos intelectual diferenciados dos demais seres não devemos deixar desaparecer a alegria de viver.
Alegria está que vem com seu subjetivismo de cada indivíduo, com as mais diversas características pontuadas que se possa imaginar. Homens, mulheres, crianças, idosos, toda espécie humana com seu próprio modo de ser.
Nós temos que ter alegria em tudo o que fazemos, pois o necessário não deixa de ser, está aqui para nos completar e fazer com que aceitemos a realidade do cosmo.
Essa aceitação é a plena satisfação que nos conduzirá para a alegria da vida, do viver.
Não importa que situação se esteja passando ou almejando, o mundo fora feito para que possamos viver com alegria, aceitar a condição nos dada desde antemão.
O antagonismo fora sempre necessário para contribuir para nossa alegria.
A alegria se encontra no viver diário, nos afazeres diários; nas lutas que enfrentamos, nas dificuldades que cuidamos, nas vitórias obtidas, no sucesso que alcançamos, no choro que nos vêem, no riso que estampamos, na dor que sentimos, no alívio que é agraciado.
Alegria é isso, viver. Fazer o melhor de si, dar o melhor de si, aceitar o que se apresenta a si. Alegria é viver...
Viver aceitando o antagonismo do mundo, simplesmente viver.
Alegria está em tudo em que se vive; no ensinar, no aprender, no brincar, no trabalhar, no plantar, no colher, no escrever, no ler... enfim; a alegria está no simples fato de viver.


