Aula: Filosofia política
Adam Smith
Entendendo o pensamento filosófico de Adam Smith
"Ao buscar seu próprio interesse, o indivíduo freqüentemente promove o interesse da sociedade de maneira mais eficiente do que quando realmente tem a intenção de promovê-lo."
Adam Smith
Para entendermos o pensamento de Adam Smith temos que partir do pressuposto da sua formação filosófica com raizes iluministas e apologista de uma econômia voltada ao liberalismo, ou seja, total liberdade econômica sem intervenção do Estado.
A política econômica de Adam Smith é a livre concorrência das empresas privadas para que a econômia se organize a partir da livre concorrência refletindo na queda dos preços e nas mais diversificações de qualidade dando margem a um crescimento econômico e de produção. Sua intenção sempre foi acabar com o mercatilismo, que por sua vez sempre queria intervir na econômia do Estado. (se aproveitando da cobrança de impostos), e consequentemente no enriquecimento do Estado.
Segundo Adam Smith:
1- O Estado tem que ser descartado da econômia do País
2- Promover de modo liberal a concorrência por parte das empresas privadas
3- Promover inovação no mercado econômico a partir das inovações tecnológicas
O problema porém se deu pelo fato que quem tinha a obtenção dos recursos econômicos era a burguesia, que bebeu e se deleitou na sua teoria capitalista, tornando não sei se intencional ou por “mal” interpretação sua tese em um capitalismo selvagem.
Para Adam Smith o Estado somente “vê” seu lado utilizando do povo, “self interest” ( a partir dos impostos) para se enriquecer.
A mão invisível que Adam Smith cita na sua obra A riqueza das nações, é o poder organizacional de promover econômia comunal sem que haja a intevenção de uma entidade, no caso o Estado. Isto é o próprio interesse dos indivíduos.
Em suma para Adam Smith tudo ficaria mais fácil sem a intervenção do estado na econômia.
Advogado do diabo
14:46, Posted by Cleber Augusto, No Comment
Não estou querendo me apresentar como advogado (do diabo), muito menos usar da apelação do sensacionalismo, mas há coisas que se faz necessárias se manisfestar. Como uma crítica que foca apenas e somente a não banalização de vez da humanidade. Quero me expressar com isto que a muito a desumanização vem tomando conta do senso rídiculo, da chacota seja ela de qualquer espécie e motivo. Até para as coisas sérias, tristes e amoral se tem criado motivos de risos.
Semana passada o Programa Pânico na tv (redetv) foi ao velório da cantora inglesa Amy Winehouse, sartirizando com a dor como se fosse algo mais natural do mundo.
Independente de quem era cantora, independente de como ela regia sua vida, independente dos erros e vícios com o qual ela se envolvia, não podemos esquecer que se trata de um ser humano. Particularmente eu não era fã nem conhecia direito sua carreira e suas músicas, mas como dito anteriormente; trata-se de um ser humano.
O mínimo que se pode fazer num momento deste é procurar respeitar os seus entes queridos pela perda de um membro da família, pois afinal Alguém gostava, amava e estava chorando por ela. Ela tinha mãe e pai. Alguém esta sentindo sua ausência, alguém esta chorando por ela.
Semana passada o Programa Pânico na tv (redetv) foi ao velório da cantora inglesa Amy Winehouse, sartirizando com a dor como se fosse algo mais natural do mundo.
Independente de quem era cantora, independente de como ela regia sua vida, independente dos erros e vícios com o qual ela se envolvia, não podemos esquecer que se trata de um ser humano. Particularmente eu não era fã nem conhecia direito sua carreira e suas músicas, mas como dito anteriormente; trata-se de um ser humano.
O mínimo que se pode fazer num momento deste é procurar respeitar os seus entes queridos pela perda de um membro da família, pois afinal Alguém gostava, amava e estava chorando por ela. Ela tinha mãe e pai. Alguém esta sentindo sua ausência, alguém esta chorando por ela.


