Não estou querendo me apresentar como advogado (do diabo), muito menos usar da apelação do sensacionalismo, mas há coisas que se faz necessárias se manisfestar. Como uma crítica que foca apenas e somente a não banalização de vez da humanidade. Quero me expressar com isto que a muito a desumanização vem tomando conta do senso rídiculo, da chacota seja ela de qualquer espécie e motivo. Até para as coisas sérias, tristes e amoral se tem criado motivos de risos.
Semana passada o Programa Pânico na tv (redetv) foi ao velório da cantora inglesa Amy Winehouse, sartirizando com a dor como se fosse algo mais natural do mundo.
Independente de quem era cantora, independente de como ela regia sua vida, independente dos erros e vícios com o qual ela se envolvia, não podemos esquecer que se trata de um ser humano. Particularmente eu não era fã nem conhecia direito sua carreira e suas músicas, mas como dito anteriormente; trata-se de um ser humano.
O mínimo que se pode fazer num momento deste é procurar respeitar os seus entes queridos pela perda de um membro da família, pois afinal Alguém gostava, amava e estava chorando por ela. Ela tinha mãe e pai. Alguém esta sentindo sua ausência, alguém esta chorando por ela.


